Entenda a Vela nas Paralimpíadas Rio 2016 – 7 a 8 de Setembro

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História

Um dos mais tradicionais esportes olímpicos, a vela foi adaptada para os atletas paralímpicos recentemente. Em Atlanta-1996 apareceu como demonstração nos Jogos, e quatro anos mais tarde, em Sydney-2000, passou a valer medalhas.

A modalidade é disputada em três categorias, todas sem divisão por gênero. Homens e mulheres competem juntos nas classes 2.4mr, Sonar e SKUD-18. A 2.4mr é individual, enquanto a Sonar leva três atletas e a SKUD-18 é composta por duplas, sendo um integrante obrigatoriamente do sexo feminino.

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A vela paralímpica é aberta a atletas com qualquer tipo de deficiência. O sistema de classificação é feito levando em consideração a estabilidade, a mobilidade, a visão e funções motoras das mãos. Em Londres-2012, um total de 80 velejadores participam das regatas.

Classificação

O sistema de pontuação baseado no nível de habilidade permite que atletas com diferentes tipos de deficiência possam competir juntos. Após a avaliação do comitê classificador, são concedidos pontos baseados nas habilidades funcionais, que vão de 1 a 7, indo do mais baixo ao mais alto nível de funcionalidade, respectivamente. Atletas com deficiência visual são situados em uma das três classes de competição, baseadas em sua acuidade visual e campo de visão. Para assegurar a participação de atletas com todas as contagens de pontos e todas as classes de deficiências, a pontuação agregada não pode ser maior do que 14, o que permite aos velejadores com mais deficiência participar das competições.

Na classe de barcos SKUD-18, os velejadores são classificados como TPA ou TPB.

Os velejadores são classificados como TPA quando são adjudicados em 1 ponto pela classificação funcional, ou, quando completando mais de 1 ponto, têm a pontuação funcional do membro superior em 80 pontos ou menos na combinação de ambos os braços, juntamente com uma perda de 30 pontos no melhor braço. Os velejadores são classificados como TPB quando têm ao menos uma deficiência mínima que os torna elegíveis para velejar. Pelo menos um dos velejadores precisa ser mulher.

Para a classe de barcos 2.4mR, os velejadores apenas precisam possuir uma deficiência mínima.

Mais informações no site oficial do Jogos Rio 2016: https://www.rio2016.com/noticias/a-vela-nos-jogos-paralimpicos-o-vento-sopra-a-favor-dos-herois-dos-mares

http://www.brasil2016.gov.br/pt-br/paraolimpiadas/modalidades/vela

Site Oficial dos Jogos Paralímpicos Rio 2016: https://www.rio2016.com/paralimpiadas

Acesse também

Confederação Brasileira de Vela Adaptada (CBVA)
E-mail:
Telefone: (21) 2421-8626

Bons ventos a todos os velejadores paralímpicos!

Equipe SailBrasil

 

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Comentários

Um comentário em “Entenda a Vela nas Paralimpíadas Rio 2016 – 7 a 8 de Setembro”
  1. Jorge Luiz de Gois disse:

    Sou velejador e ja passei por diferentes classes, sempre com bons resultados porem, sofri um acidente motociclístico que resultou na perda de alguns movimentos da perna direita, agora pretendo ingressar na vela adaptada, quais paços iniciais?

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