Anúncios

Clubes de Vela

Yacht Clubs, ou Iate Clubes em português, são uma das mais antigas e históricas instituições do esporte mundial.

Imbuídos de tradições e muita paixão por barcos, em especial veleiros, seus membros compartilham uma ligação tanto na água quanto fora dela.

Mas você já se perguntou o que são os Iates Clubes, seu papel e sua importância?

Antes de defini-los, vale lembrar que não estamos aqui tratando das marinas, que em geral são como “garagens” para embarcações, independentemente do seu tipo de impulsão (vela, motor ou remo).

Também não se trata aqui das garagens náuticas (que fazem a guarda de embarcações) ou dos estaleiros (espaços com estrutura para construção, reparo ou restauro de embarcações), que às vezes, por falta de opção, fazem o papel regional de um Iate Clube.

O que caracteriza um Iate Clube?

Antes de mais nada, cabe enfatizar que esta reflexão é sobre vela, veleiros e velejadores, embora ela possa ser aplicada a outros tipos de embarcação ou de atividade esportiva.

A alma de um Iate Clube está em sua história, seus membros, suas regras e seu estilo, todos protegidos por uma sólida estrutura operacional, extremamente funcional para o desenvolvimento do iatismo.

Um Iate Clube é um lugar de onde se sai para navegar ou onde se fica para conversar sobre regatas, cruzeiros e coisas agradáveis, como os veleiros que se conheceu ou nos quais se velejou, os portos, ancoradouros e clubes visitados, a excelente comida e os drinks degustados a bordo em um maravilhoso entardecer, ou ainda para contar histórias de velejadas.

A troca de “prazeres” como esses entre membros de um Iate Clube é uma tradição, uma cultura que alimenta a atmosfera e consolida a ideia do prazer que é ser membro desse clube… dessa família!

Basicamente, um Iate Clube é uma associação dedicada à prática de esportes náuticos, particularmente o iatismo. Ele pode promover, conduzir e incentivar essa prática esportiva por meio da promoção de regatas de veleiros e outros eventos relacionados, bem como de uma escola de vela, que forma atletas aptos a competir no esporte a vela, em especial nas modalidades olímpicas.

Os Iate Clubes no Brasil

No início dos anos 1900, no Brasil, imigrantes europeus começaram a importar ou construir veleiros para seu lazer.

Com a prática da vela, sentiram a necessidade de trocar experiências e competir, formando para isso diversos Iate Clubes, tanto na costa brasileira quanto no interior do país (veja uma relação desses primeiros clubes ao final deste artigo).

O início da formação dessas associações ocorreu sobretudo na região Sul do país, onde a incidência de estrangeiros era maior e o esporte foi se popularizando, inicialmente com a chegada de veleiros de menor porte, mais baratos para se adquirir e manter.

No oceano, os Iate Clubes focaram em um mix de veleiros monotipos e de oceano, estes últimos, de maior porte, acima dos 30 pés, o que permitiu a competição em regatas mais longas, muitas vezes entre diferentes cidades ou países.

Entre os anos 1900 e final dos anos 1980, a vela brasileira teve seu auge, tanto em termos de participação em competições quanto de surgimento de novos Iate Clubes, que buscavam atender o crescente interesse pelo esporte e a expansão do mercado e da indústria da vela, além da nova motonáutica (lanchas), com a introdução de novas classes de veleiros e de lanchas cada vez maiores.

Nesse período, a vela brasileira alcançou grande destaque nas competições internacionais, tanto pan-americanas quanto olímpicas, o que consolidou o Brasil como um dos mais importantes países da vela mundial.

A cultura da vela persiste no país, com a vitoriosa renovação de brasileiros nas competições internacionais.

Porém, no final dos anos 1980, com as muitas crises pelas quais o país passou e a mudança do gosto náutico das novas gerações de brasileiros, que já não se importavam tanto com a vela ou com os veleiros, vários Iate Clubes do Brasil foram perdendo seus associados e suas embarcações a vela.

Com o crescimento de novas opções, além da limitação da região em que se navega, os Iate Clubes, originalmente formados por veleiros e velejadores, expandiram para outros tipos de embarcações, como embarcações a motor (lanchas) e a remo, e outras variações decorrentes de novas tecnologias aplicadas aos mesmos princípios da vela, do motor e do remo, como windsurf, kitesurf, jet-ski, paddle board, canoa a remo havaiana. Também houve uma ampliação de usos e aplicações dessas novas embarcações, como a pesca esportiva e as corridas de lanchas a motor.

Outro processo observado a partir da década de 1980 foi o direcionamento para marinas e garagens náuticas de muitas das embarcações que naturalmente iriam para um Iate Clube, pois seus proprietários passaram a buscar apenas um local de guarda da embarcação, sem prerrogativas e obrigações competitivas.

Paralelamente, a indústria náutica brasileira, principalmente a da vela, também foi se retraindo. Junto a essa retração do mercado, a evasão de associados velejadores, sem uma reposição proporcional, afetou os Iate Clubes.

Podemos aventar alguns motivos para essa retração do mercado e evasão dos Iate Clubes: a elitização do esporte a vela; as repetidas crises atravessadas pelo país; a idade avançada dos membros ativos em competições nos Iates Clubes; a mudança de atitude da nova geração, que deseja viajar e manter-se livre de custos fixos; as novas e mais atrativas opções de uso do tempo livre; o alto custo de aquisição das embarcações e, principalmente, de manutenção de um veleiro; a facilidade para viajar e conhecer lugares novos; o foco nos estudos, na carreira ou na família; a priorização do uso dos recursos pessoais para custear necessidades mais elementares, como moradia, lazer, alimentação, cuidado dos filhos, aquisição de novas tecnologias etc.

Mas, embora esses fatores tenham sua relevância, podemos atribuir a perda de membros por parte dos Iates Clubes também às decisões estratégicas tomadas por essas associações ao longo das últimas décadas .

Isso porque existem Iate Clubes que sempre mantiveram sua vela competitiva, ativa e desenvolvida, em concordância com a guarda de veleiros, e que assim continuam, com taxas de associação que, se não crescem, ao menos se mantêm constantes, trazendo novos associados e renovando seus quadros a cada ano.

Para ajudar a entender esse cenário, analisei alguns Iate Clubes no Brasil e descrevo aqui (sem citar nomes) o que foi possível identificar que essas entidades têm feito de diferente, não de melhor ou de pior, mas aquilo que podemos chamar de ingredientes necessários para o desenvolvimento e a manutenção de uma organização tão importante quanto um clube de iatismo.

Para deixar claro que aqui estou me referindo à vela e aos veleiros, e não a outros tipos de embarcações, passarei a adotar, em substituição ao termo “Iate Clubes”, que também pode congregar apaixonados por outros tipos de embarcações, o termo “Clubes de Vela”.

A análise dos Clubes de Vela, no Brasil e no exterior, mostra que aqueles que ainda mantêm um grande número de associados e de embarcações, e que continuam a promover o esporte em todas as suas instâncias (amador, profissional e olímpico), possuem alguma destas características:

  • Não perderam as premissas de seus fundadores, ou seja, a ideia central de que sua função é possibilitar a escolha de velejar. A grande maioria dos Clubes de Vela (do Brasil e do mundo) foi formada por apaixonados que tinham interesse em velejar ou possuir um veleiro, tornando a vela popular e acessível. Note o destaque para a palavra “escolha”, afinal, velejar é realmente uma opção de vida e de esporte, e o uso do termo “velejar”, em vez de navegar, uma vez que este último inclui outras modalidades de esporte aquático.
  • Possuem um sistema de compromisso entre seus membros, no qual os mais experientes dedicam seu tempo, conhecimento e esforços na mentoria dos menos experientes, o que faz com que os primeiros sejam valorizados e reconhecidos, e os segundos aprendam e se motivem a continuar velejando. Esses Clubes de Vela perceberam que, na maioria das vezes, a manutenção ou a associação de novos membros não está relacionada a questões monetárias, embora estas sejam relevantes, mas ao crescimento, desenvolvimento e aprendizado pessoal dos indivíduos. Apenas como ilustração, a mentoria se realiza por meio de uma orientação continuada, sustentada pelo esforço constante de desenvolvimento de um “corpo docente” entre os membros, que não se limita à habilidade ou à técnica da vela, abrangendo uma compreensão mais ampla do que torna a habilidade ou a técnica valiosa e relevante: ou seja, eles ensinam “liderança”, investindo seu tempo para atingir esse objetivo.
  • Possuem escolas de vela ativas, onde as aulas são complementadas pelos membros mais velhos, que convidam os mais novos a velejar e a aprender na prática. Isso proporciona uma continuidade no desenvolvimento dos novos velejadores, que, muitas vezes, também se tornam instrutores, dando continuidade ao ciclo de mentoria e sobretudo ao compromisso com a vela – algo que nunca poderia ser alcançado com a mera contratação de instrutores que não participaram desse processo. Assim, as taxas de retenção de membros aumentam.
  • Evitam, sempre que podem, contratar profissionais, insistindo para que seus próprios membros sejam voluntários no gerenciamento e na manutenção dos serviços relacionados à vela de lazer e de competição. Para manter os custos baixos, rejeitam projetos caros e pomposos, que não agregam nada a seu objetivo principal: promover a vela. Esses Clubes de Vela buscam constantemente maneiras de diluir o valor da mensalidade, não necessariamente reduzindo seu valor, pedindo que os membros contribuam por meio de atividades que respeitem os princípios do voluntariado e investindo as economias no desenvolvimento da vela. Os Clubes de Vela mais saudáveis reconhecem que, como organizações, dependem completamente do tempo dedicado por voluntários, e assim se tornam instituições de lealdade e longevidade. Quando os Clubes de Vela insistem que seus membros dediquem tempo ao voluntariado, eles desenvolvem uma vitalidade sustentável, enraizada no compromisso dos membros. Não é diferente de uma família. Dessa maneira, Clubes de Vela saudáveis são aqueles que encontraram a fórmula para a cooperação entre diferentes gerações, aproveitando o conhecimento e a experiência de cada um. Isso fornece terreno fértil à contínua orientação e manutenção do clube e de seus objetivos sociais.
  • Apesar de construírem uma imagem de luxo, nunca perdem o foco na vela, e qualquer infraestrutura adicionada é para dar suporte, facilitar, agregar ou expandir o esporte da vela e o compromisso de seus membros com ela. Para esclarecer, podemos recordar o que se passou a partir da década de 1990, quando muitos Clubes de Vela começaram a ampliar seu foco a fim de acompanhar os membros que envelheciam. Assim, muitos construíram sedes, galpões, pontões e ancoradouros além da necessidade. Criaram eventos especiais que nada tinham a ver com a vela, e buscaram atrair pessoas que não tinham interesse em velejar. Alguns diversificaram, acolhendo proprietários de lanchas, que tinham outras necessidades. Organizaram programas aquáticos não relacionados à vela, como de esqui. Ou ainda adicionaram serviços de comida e bebida, abrindo bares ou restaurantes, e dedicaram áreas ao comércio, oferecendo espaço a lojas de varejo, em detrimento da guarda de veleiros. Alguns construíram piscinas, quadras de tênis e centros de esportes. Alguns ofereceram associações “casadas” com clubes de golfe, clubes esportivos, sociais, entre outros. Esclareço: não se trata de fazer uma crítica, é apenas uma constatação. Não há nada de errado em todas essas ações, porém toda essa diversificação faz com que, hoje, muitos Clubes de Vela enfrentem o desafio de manter uma infraestrutura muito cara em valiosas terras à beira do mar, de lagos ou represas. Buscando atender às novas necessidades de um público em processo de envelhecimento, contratam novas equipes e criam novos serviços; porém a geração mais jovem, menos numerosa, não parece interessada no que esses “agora clubes” têm a oferecer, preferindo apenas velejar ou participar de regatas em veleiros de terceiros, sem se comprometer com a aquisição de um título de associado ou com a posse de um veleiro.
  • Encontraram um meio de não elevar seus custos de infraestrutura, ampliando o acesso e o uso, por seus membros, da infraestrutura de outros Clubes de Vela, por meio de acordos de parceria, acesso e compartilhamento. Isso permite racionalizar a arrecadação e não onera os membros com altos custos de manutenção de mais imóveis, estruturas e funcionários.
  • Sabem que, quando os grupos se unem, ganham poder de compra, a concorrência diminui e os preços caem. Foi exatamente por isso que, originalmente, os Clubes de Vela se formaram. Esse poder de grupo viabilizou a compra de veleiros e equipamentos, bem como o acesso a lagos, represas e oceanos, sobretudo no Brasil, onde tudo isso é muito caro. Além disso, esses Clubes de Vela, em vez de promover a diversidade de classes de veleiros, incentivou várias classes One Design, como Sharpie, Optimist, Laser, Snipe, Lightning, Star, Holder, DaySailer, Microtonner, HC14 e 16, Windsurf, evitando que pessoas com maior poder aquisitivo buscassem vantagens de design que não estivessem disponíveis para o restante dos interessados, o que impediria sua popularização. Isso aconteceu em menor escala na vela de oceano, na qual são poucas, no Brasil, as classes One Design, como a Quarter-Tonner, Half-Tonner, One-Tonner dos anos 1970 e 1980 e, hoje, as classes HPE25, C30 e S40. Isso sem falar em classes baseadas em rating, como a IOR, até meados dos anos 1990, e hoje a RGS, IRC, ORC, Clássicos, entre outras que, apesar de importantes, diferentemente das classes One Design, dependem de ratings comparativos entre diferentes veleiros, em vez de puramente da habilidade das tripulações (que usam veleiros iguais).
  • Perceberam que a formação de uma comunidade de amantes da vela deve começar com a família e os amigos. É na família e nas amizades, a base da sociedade, que os grupos concordam em passar mais tempo juntos e, depois, como se faz hoje, espalhar a ideia em suas redes sociais, incentivando mais pessoas a entrar no esporte. Os irmãos convidam irmãs, que convidam cônjuges. Tios convidam sobrinhos, que convidam colegas de escola. Mães convidam filhas, que convidam amigos e vizinhos. Relacionamentos são criados, novos grupos se identificam, a confiança se constrói e as pessoas e os Clubes de Vela prosperam.
  • Perceberam de que devem ser neutros em termos de gênero e idade. Os horários devem acomodar as realidades da vida familiar e a cooperação de grupos, não de uma minoria. Em vez de criar programas nos quais as crianças são deixadas e recolhidas mais tarde pelos pais, a participação dos pais deve ser uma prerrogativa. As escolas de vela para jovens são concebidas para alistar ativamente os pais ou responsáveis, como participantes iguais e, eventualmente, como mentores. Isso pode começar simples, por exemplo, com uma nova turma para crianças com um dia dos pais incorporado, o que posteriormente será expandido para uma turma para pais e filhos, evoluindo para uma série de velejadas em equipe, somente para famílias.
  • Por fim, embora sem esgotar o assunto, esses Clubes de Vela não terceirizam a liderança. Eles consideram os líderes como um produto do tempo investido e das experiências compartilhadas entre seus membros, com um mesmo objetivo: promover, desenvolver e incentivar a vela. Portanto, investem o tempo necessário para compartilhar experiências entre seus líderes atuais e os possíveis líderes futuros, preparando, por meio de mentoria, desenvolvimento e incentivo, a próxima geração que assumirá o comando.

Esta reflexão é fruto de um trabalho de muita pesquisa, que me proporcionou relembrar as experiências que tive visitando diversos Clubes de Vela (Iate Clubes e escolas de vela), tanto no Brasil quanto no exterior, em meus mais de trinta anos de vivência no mundo da vela.

Nem por isso pretendo esgotar aqui todos os motivos pelos quais um Clube de Vela ou Iate Clube vai bem, o que seria impossível, pois cada um apresenta diferentes características.

Tampouco tento afirmar que sem essas premissas eles necessariamente irão mal.

O objetivo é apenas identificar algumas premissas para incitar a discussão no meio da vela brasileira, beneficiando os Clubes de Vela/ Iate Clubes e, principalmente, as futuras gerações de velejadores.

Espero ter ajudado…

Segue uma lista dos primeiros Iate Clubes brasileiros listados por ano de inauguração (até 1965… ano de meu nascimento – apenas um critério) e acompanhados do endereço de seu website.

Muitos deles, no entanto, não possuem página eletrônica, ou possuem apenas uma na rede social Facebook.

Quem tiver interesse em oferecer informações complementares, favor entrar em contato com redacao@sailbrasil.com.br.

Iate Clubes do Brasil (até 1965)

1906 – Yacht Club Brasileiro – Niterói – Rio de Janeiro – RJ – www.icb.org.br
1914 – Rio Sailing Club – Niterói – Rio de Janeiro – RJ – www.rycsailing.com.br
1917 – São Paulo Sailing Club – Guarapiranga – SP
1919 – Jequiá Iate Clube – Ilha do Governador – RJ
1920 – Iate Clube do Rio de Janeiro – Rio de Janeiro – RJ – www.icrj.com.br
1930 – Deutsher Segel-club/Yacht Club Santo Amaro(1938)–Guarapiranga–www.ycsa.com.br
1930 – Iate Clube Guaíba – Porto Alegre – RS – www.iateclubeguaiba.com.br
1932 – Yacht Club Paulista – Guarapiranga – SP – www.ycp.com.br
1934 – Yacht Clube da Bahia – Salvador – BA – www.yachtclubedabahia.com.br
1935 – Iate Clube Icaraí – https://iateclubeicarai.com.br/
1935 – Yacht Club Itália – Guarapiranga – SP – http://www.itaupu.com.br/
1942 – Iate Clube de Santa Catarina – Jurerê – Florianópolis – SC – http://icsc.com.br/
1946 – Iate Clube do Espírito Santo – Vitória – ES – www.ices.com.br
1947 – Cabanga Iate Clube de Pernambuco – Recife – PE – www.cabanga.com.br
1947 – Iate Clube de Santos – Guarujá – SP – www.icsantos.com.br
1949 – Iate Clube de Itamaracá – PE – http://www.iateitamaraca.com.br/
1950 – Iate Clube Jardim Guanabara – Ilha do Governador – RJ – www.icjg.com.br
1952 – Iate Clube de Natal – Natal – RN – www.iateclubedonatal.com.br
1952 – Iate Clube de Paranaguá – Paranaguá – PR – www.iateclubedeparanagua.com.br
1953 – Iate Clube de Aracaju – Aracaju – SE – www.icaju.com.br
1954 – Iate Clube Angra dos Reis (ICAR) – http://icar.com.br/
1954 – Iate Clube de Fortaleza – Fortaleza – CE – www.iateclubefortaleza.com.br
1954 – Iate Clube de Natal – Natal – AM – www.iateclubedonatal.com.br
1956 – Paquetá Iate Clube – Ilha de Paquetá – RJ
1957 – Cabeçudas Iate Clube – Itajaí – SC – http://cabecudasiate.com.br/
1959 – Cota Mil Iate Clube (CMIC) – Brasília – DF – www.cotamil.com.br
1960 – Iate Clube de Brasília – Brasília – DF – www.iateclubedebrasilia.com.br
1960 – Iate Clube de Morretes – PR – http://www.iateclubemorretes.com.br/
1960 (início) – Aratu Iate Clube – Ilha de S. João Simões Filho – Salvador – http://www.aratuclube.com.br/
1961 – Iate Clube Caiobá – Curitiba – PR – www.iatecaioba.com.br
1964 – Costa Azul Iate Clube – Cabo Frio – RJ – www.costaazuliateclube.com
1965 – Capri Iate Clube – São Francisco do Sul – SC – www.capriiateclube.com.br

Veja uma lista completa de todas as marinas e Iate Clube do Brasil clicando aqui.

Bons ventos!

Max Gorissen

Velejador, escritor e editor SailBrasil… nessa ordem! 🙂

.

.

Anúncios
About Max Gorissen
Sailor, writer and editor, in that order...

Deixe uma resposta

Aumentar fonte
Contraste
UA-141530851-1
%d blogueiros gostam disto: